Indústria da saúde mira marketing digital

Para atrair pacientes, hospitais norte-americanos concentram esforços em busca online, redes sociais e mobile

 

O marketing digital pode ajudar a curar a indústria de saúde?

Antes da recessão, hospitais reportavam crescimento de 7% ou mais nos lucros, mas no último ano houve uma queda de 3,9%. Hospitais trouxeram, em média, US$ 11,299 em receita por admissão de paciente em 2012, um salto de 7,6% dos US$ 10,497 do último ano, segundo a American Hospital Association.

Mas admissões estão caindo à medida que as altas taxas de seguro fazem com que os pacientes procurem serviços mais acessíveis fora dos hospitais.

 

Essa situação colocou hospitais, clínicas e centros médicos – os quais a Kantar Media afirma terem investido US$ 1,8 bilhão em mídia nos EUA no ano passado – em estado de luta para atrair pacientes para gerar receita e controlar os gastos.

Então, muitos estão se voltando para search, mobile e social para fazer marketing a custos menores e que alcance o crescente número de consumidores que buscam informações sobre saúde online. Amparados com conselhos de profissionais, a internet está ajudando pacientes a escolher hospitais com mais embasamento. “A jornada consumidor-para-paciente é uma jornada digital no momento de necessidade”, afirma John Weston, CMO da Mayo Clinic. “Se eu fosse diagnosticado amanhã, uma das primeiras atitudes que tomaria seria buscar informações na rede”.

 Busca é a chave

Anunciantes costumavam ter uma rede ampla em meios como TV, rádio, impresso e anúncios out-of-home para construir brand awareness, mas o marketing de busca está se tornando uma parte cada vez mais significativa dos planos dos hospitais. Televisão e jornais ainda detêm a maior parte do budget publicitário dos hospitais devido ao custo, mas a busca já é o carro-chefe de muitas campanhas.

 

Profissionais de marketing da saúde dizem que mensuração do digital os ajuda a controlar o budget. “O retorno sobre investimento está no topo da lista de prioridades de qualquer um”, conta Paul Matsen, CMO da Cleveland Clinic, que utiliza uma estratégia digital agressiva em busca com banners, depoimentos de pacientes, guias e anúncios de serviço específicos. Ele afirma que cerca de 80% dos pacientes que são diagnosticados com alguma doença vão para a web para achar informações sobre sua condição. A clínica trabalha com a Boathouse, agência de Boston, para a criação digital, enquanto a Adcom Group, de Cleveland, lida com a compra de mídia.

 Mobile

Anunciantes de saúde como a Mayo Clinic estão construindo sites responsivos que enfatizam a experiência mobile para consumidores que procuram acesso rápido e fácil para conselhos.

 O app de gravidez, por exemplo, foi desenvolvido para acompanhar mães do nascimento do bebê aos primeiros meses de vida. E o serviço destinado a pacientes da clínica permite que as pessoas agendem consultas e acessem dados sobre seu estado de saúde.

 A telemedicina, em que pacientes recebem tratamento via chamada de vídeo, também têm uma presença cada vez maior na indústria (veja a história abaixo). Smartphones com capacidades avançadas de vídeo, como câmeras de alta definição, contribuem ainda mais com a conexão entre pacientes e médicos. Outro motivo para a adesão das empresas de saúde a essa prática deve-se ao corte de gastos que ela possibilita.

 Social

Mais do que em qualquer outro campo, o poder do depoimento é fundamental na saúde. Pacientes e famílias costumam querer saber mais sobre experiências e diagnósticos parecidos. A mídia social oferece a chance de compartilhar essas histórias e fortalecer os laços entre as pessoas. “Pacientes querem poder contar suas batalhas e o ambiente social é uma forma bonita de proporcionar isso”, diz Margarte Coughlin, vice-presidente sênior de marketing e comunicação do Boston Children’s Hospital, que possui uma forte presença no Facebook.

O orçamento de marketing anual do hospital tem sido de US$ 5 milhões nos últimos anos. Mas a rede de serviços para pacientes saltou de US$ 1 bilhão, em 2011, para US$ 1,4 bilhão, em 2012, de acordo com relatórios anuais da entidade. Coughlin conta que a abordagem de marketing integrada do hospital, que inclui TV, impresso, digital, mídia, social e outros tipos de marketing direto, contribuíram para esse progresso.

Fonte: www.meioemensagem.com.br

 

 

Respostas que todo empreendedor deve ter em mente

Quando um investimento prospera, a tendência é que se tenha o sucesso como algo permanente. Mas o que um bom empreendedor deve ter em mente é que manter a estabilidade nos negócios não é uma tarefa simples. O mercado está em constante mudança, e por isso é necessário estar preparado para qualquer tipo de imprevisto.
Por essas e outras, um empreendedor deve ter sempre em mente algumas perguntas que possa fazer a si mesmo ao longo de sua carreira, a fim de evitar justamente surpresas desagradáveis no futuro. Por exemplo, a primeira pergunta que deve surgir à mente é de que forma ele está se protegendo da concorrência. Afinal, quanto mais sucesso se obtém, mais suscetível à cópia a ideia se torna. É necessário ficar atento à concorrência, para que quando essa iminente cópia ocorra, tenha-se ao menos uma carta na manga, um elemento surpresa que dificilmente possa ser copiado, algo que represente a identidade da própria empresa.
Outro ponto importante é avaliar se o negócio é escalável, ou seja, se os gastos investidos nele são propoporcionais aos lucros da empresa. Caso esteja sendo gasto mais do que se deve, cortes precisam ser feitos e novas estratégias podem ser colocadas em prática.
Por último, é necessário que um empreendedor tenha sempre uma visão crítica de seu próprio negócio. A fidelidade dos clientes depende única e exclusivamente de cuidados estratégicos que possam mante-los ligados à empresa. Deve-se ter humildade suficiente para pensar se realmente os clientes têm motivos concretos para manterem uma ligação exclusiva com o seu negócio. Para tanto, novamente estratégias devem ser pensadas, dessa forma eles terão a certeza de que podem confiar no produto escolhido.

Fonte: http://www.tudosobremktdigital.com.br/

Aner: conteúdo e mobile para crescer


Mercado discutiu oportunidades e a importância de ser multiplataforma no último dia da 5th Iberoamerican Magazine Media Conference

Conteúdo em vídeos, smartphones e aplicativos. Esses são alguns dos dispositivos que editores e anunciantes podem aproveitar para aquecer o segmento de revistas no Brasil.
Segundo estudo apresentado por Martha Stone, CEO da World Newsmedia Network, na manhã desta terça-feira, 23, no palco da 5th Iberoamerican Magazine Media Conference, a publicidade em mídias sociais crescerá 9,6% na América Latina, segundo projeção. Diferentemente do que acontece em outras regiões, Martha destacou que o meio revista, tem crescimento considerável, de dois dígitos por ano.
Realizado há nove anos, o estudo “Oportunidades digitais para editores de revistas” também mostrou que o Brasil é o quarto país que mais gasta tempo diante das telas. Atrás de Indonésia, Índia e China, o País acumula diariamente, em média, 113 minutos em frente à TV, 149 minutos diante do notebook e 66 minutos olhando para o tablet, por brasileiro.
“Os números estão crescendo e vocês devem tentar abocanhar essa fatia, e não compartilhar com gigantes da internet”, disse Martha ao sugerir que concorrentes do mercado se unam para formar conteúdo de qualidade. A força das editorias nesse universo, inclusive, foi um dos temas do primeiro dia do evento, na mesa apresentada por Flávio Ferrari, diretor geral da Ipsos MediaCT.
Os jornalistas e profissionais da área também tiveram destaque neste último dia de evento. Sérgio Dávila, editor executivo da Folha de S.Paulo, e Newton Neto, do Google, falaram sobre a importância do jornalista multiplataforma e multimídia.
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Depois de entender as oportunidades e valorizar os criadores de conteúdo, o evento discutiu formas de inserir as marcas no painel moderado por José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do Grupo Meio & Mensagem, com representantes de agência, veículo e anunciante.
Na visão de Edgardo Martolio, CEO da Editora Caras, os anunciantes deveriam participar apenas de magazines de entretenimento, em que suas aparições fossem justificadas no contexto. “Como no castelo de Caras, em que o vinho fosse patrocinado e não houvesse a preocupação de esconder o rótulo”, exemplificou. Já na visão de Salles Neto, não há problemas posteriores se a participação da marca estiver clara para o leitor, independentemente do formato utilizado.
Para Fernando Taralli, da VML, que também participou do painel, o relacionamento entre agência e produtores de conteúdo deve ser mais estreito para garantir a naturalidade da inserção. “Os editores sabem falar com o público e nós temos que ter humildade para nos unir”, disse.
A 5th Iberoamerican Magazine Media Conference foi realizada no WTC, em São Paulo.

Fonte: www.meioemensagem.com.br

Redes Sociais X Empresas: A importância destas mídias

As redes sociais, desde o seu surgimento, funcionam para várias aplicações sociais – daí o nome –, desde as mais comuns, como artistas divulgando momentos do seu dia-a-dia para os fãs até as mobilizações nacionais em 2013 que reuniram as massas do país inteiro e do mundo por meio da internet.

Nesse contexto, a mídia social se torna uma ferramenta de divulgação de ideias. As possibilidades de uso dessas redes são inúmeras e se atrelam inclusive aos negócios. E é nesse momento que devemos aplicar estratégias para usá-las a nosso favor.

Visto que a função das mídias sociais somos nós (usuários) quem damos de acordo com nossos objetivos e metas, uma rede social se orienta, também, conforme a estratégia do negócio de cada empresa. De uma maneira geral, as companhias devem utilizar esta ferramenta para gerar reputação perante seu público-alvo, criar lembrança de marca e, indiretamente, fazer com que as pessoas consumam seus produtos e serviços. Ao fortalecer a marca junto a seu público-alvo, a empresa acaba fidelizando esse cliente e gerando cada vez mais negócios.

As principais mídias sociais hoje (do ponto de vista empresarial) são o Facebook e o Twitter – o LinkedIn também tem ganhado muito espaço –, cada um com sua especialidade. Acredito que o Facebook ainda seja a principal ferramenta, pelo número de usuários e por oferecer diversos mecanismos de marketing. Nessa linha, também encontramos o Google Plus, que está tentando convencer as empresas de que é um bom canal de relacionamento. Porém, particularmente ainda não estou convencido, pois o usuário que você – empresa – precisa não está lá.

Não podemos deixar de citar o Instagram, que teve um crescimento significativo em 2013, principalmente do público mais jovem que se afastou do Facebook para estar longe das vistas de seus pais.

É importante ter em mente que uma rede social é um meio de comunicação “de mão dupla” e muitas vezes o usuário se manifesta ativamente perante o universo de marcas, produtos e serviços. Um exemplo recente é o caso do PlayStation 4. Quando a Sony divulgou o valor do novo console para o Brasil, imediatamente os potenciais consumidores utilizaram todas as redes sociais da Sony Brasil, internacional e do PlayStation para manifestar sua insatisfação. O resultado foi que no dia do lançamento do PS4 na FNAC da Av. Paulista – uma das lojas de eletrônicos de maior visibilidade em São Paulo – nenhuma unidade foi vendida. Esse impacto negativo teve sua origem toda nas redes sociais.

Surge aí uma questão importante: como lidar com esse usuário proativo, que ganha espaço para se manifestar positivamente e negativamente expondo sua opinião para outros potenciais consumidores? Daí a necessidade de as empresas serem extremamente transparentes e oferecerem um serviço aderente às necessidades do público, visto que não há como esconder as falhas que geram uma insatisfação coletiva, como é o caso narrado. As empresas precisam ter consciência de que as redes sociais abrem espaço para um consumidor ativo, e os mesmos meios que podem ajudar a fortalecer a marca podem também ofuscá-la.

As companhias têm utilizado as redes para estarem presentes no dia-a-dia do consumidor e, no geral, existe um efeito. Os resultados podem ser mensurados a curto ou a longo prazo, dependendo de cada negócio (normalmente empresas que usam as redes sociais para divulgar produtos de um e-commerce, por exemplo, têm uma resposta mais rápida.

Em suma, as redes sociais são poderosas ferramentas de marketing e podem trazer bons resultados para as organizações. O importante é passar uma boa imagem da marca, transmitir conteúdo relevante, atingir o público-alvo e, principalmente, saber lidar com o consumidor insatisfeito. Como tudo que acontece para quem pensa em marketing, para dar certo, é necessário planejamento e estratégias.

Fonte: http://www.adnews.com.br

 

Diretor do Facebook vem ao Brasil para palestra na Futurecom

 

O finlandês Markku Makelainen, diretor global de parcerias com operadoras do Facebook, virá a São Paulo para participar da 16ª edição do Futurecom, maior evento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da América Latina, no dia 15 de outubro, quando fará palestra às 14h40min.

O executivo se tornou peça fundamental no Internet.Org – liderado por Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook –, cujo objetivo é levar acesso a rede mundial de computadores a mais de 3 bilhões de pessoas em mercados emergentes.

A empresa finlandesa Pryte.com, uma startup da qual Makelainen é presidente-executivo, foi comprada pelo Facebook recentemente e trabalha com a monetização do tráfego de dados gerado pelo ecossistema de apps para as operadoras, com parcerias amigáveis com OTTs (da sigla em inglês over-the-top).

FONTE(S)Futurecom

 

 

Facebook lança atualização para Conjunto de Anúncios

No início de março, a empresa adotou uma nova maneira de ordenar suas campanhas, com o intuito de facilitar a organização, otimização e mensuração de anúncios

As opções de segmentação, posicionamento e lances não serão mais direcionadas a um anúncio específico, mas ao conjunto que ele pertence.

No início de março, a empresa adotou uma nova maneira de ordenar suas campanhas, com o intuito de facilitar a organização, otimização e mensuração de anúncios.

As ações, que eram separadas em Campanhas e Anúncios, passaram a ser divididas em três níveis: Campanhas, Conjuntos de Anúncios e Anúncios.
Com a configuração, os anunciantes só terão o trabalho de gerenciar os Conjuntos de Anúncio.

De acordo com a empresa, o nível de Anúncios só funcionará como competição de criativos, "serão diferentes profissionais no mesmo Conjunto de Anúncios e apenas os que tiverem maior adesão (CTR) junto ao público-alvo serão priorizados na entrega".

A mudança ocorrerá em todas as contas até o meio deste mês, porém ela só será obrigatória a partir de janeiro de 2015.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

Facebook, Twitter, Pinterest e outros. O compartilhamento nas redes sociais em 2012.

As mídias sociais fizeram barulho este ano! Muitos acontecimentos compartilhados e muitas pessoas aderindo ao mundo Online. O AddThis produziu um infográfico mostrando um pouco da evolução das redes sociais e os assuntos mais comentados e compartilhados.

Facebook, Twitter, Pinterest, Google +, e em outras redes sociais, o compartilhamento cresceu 23% em comparação com 2011. Esse foi o ano das Olimpíadas mais sociais, eleições mais sociais e pessoas sendo mais sociais na internet!

Qual o artistca/cantor mais comentado? Qual o filme de herói mais compartilhado? O que falar dos smartphones e novas tecnologias que chegaram ao mercado? Essas e outras informações, você encontra no Infográfico abaixo [em inglês].

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O que é Black Friday e como não ser enganado!

Pela terceira vez no Brasil o movimento Black Friday é uma cultura norte-americana onde todo ano na 4ª sexta-feira de Novembro, as lojas chegam a 80% de desconto!

No Brasil as lojas físicas de varejo também entraram no ritmo, mas o e-commerce é o que predomina. Para os comerciantes a data é muito importante, pois impulsiona as vendas.

Um infográfico criado pela BlackFriday.com.br mostra dados e resultados da ação no Brasil em 2011. Leia mais...

Sorteio "A Menina do Vale"

Bel Pesce é um exemplo de força de vontade e espírito empreendedor. Brasileira, foi para o exterior aos 17 anos e lá se graduou e fez mestrado, passando por grandes empresas como Google e Microsoft e se tornando empreendedora no Vale do Silício, lugar onde poucos brasileiros conseguem chegar. 

Aos 20 e poucos anos, lançou um livro sobre sua historia e experiências, a princípio o livro "A menina do Vale" tinha sua versão online e gratuita, após cerca de meio milhão de downloads, o livro foi impresso com novos capítulos.

A agência ZAQAR incenttiva a leitura e o seu espírito empreendedor! Com as dicas da Bel Pesce e muita garra, você pode melhorar o foco da sua empresa, ou se é iniciante pode ter uma grande ideia e saber o melhor caminho para investir! Leia mais...

 

Espera telefônica criativa!

 

Quem nunca se irritou com aquele "transfere daqui, transfere de lá", até chegar no telefone da pessoa que vai atender ao seu caso, não sabe o que é viver. Faz parte!

A questão é que nem sempre, ou melhor, nunca, a espera telefônica é agradável aos ouvidos, pelo contrário, a gente fica mais irrtado! Aproveitando essa situação a revista Billboard resolveu inovar. Quem disse que a espera telefônica não pode ser divertida?! Leia mais...